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Mãe e filho soterrados em Santa Leopoldina estão conscientes
Publicado 14 de novembro de 2019

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Lourenço Caus, de 6 anos, apresenta problemas de desidratação renal. A mãe dele, Fernanda, sofreu uma fratura no tornozelo e está com vários hematomas no corpo; ambos estão conscientes. Informações foram passadas por uma tia da mulher.

 
O menino Lourenço Caus, de 6 anos, soterrado com os pais e a empregada após um deslizameno de terra em Santa Leopoldina, na Região Serrana do Espírito Santo, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Vitória. A informação foi confirmada por uma tia de Fernanda, mãe de Lourenço, na noite desta quinta-feira (14). Os detalhes foram apurados pela TV Gazeta.

 

 

Penha relatou que o menino apresenta problemas de desidratação renal, porém está consciente. Já Fernanda sofreu uma fratura no tornozelo e está com vários hematomas no corpo, mas também está acordada e consciente. A quarta pessoa que estava na casa no momento do deslizamento de terra era a empregada, que havia acabado de chegar para mais um dia de trabalho. O pai de Lourenço e esposo de Fernanda, o produtor rural Fabrício Caus, acabou morrendo abraçado à mulher.

 

 

Já a empregada, está bem, em casa. Ela foi a primeira a ser resgatada e não sofreu nenhum hematoma e nenhuma fratura.

 

 

O velório do Fabrício será realizado nesta sexta-feira (15), na capela do Cemitério Santo Antônio, em Vitória. O enterro será às 17h.

 

 

CENA SENSIBILIZOU EQUIPE DE RESGATE

 
Até mesmo as equipes do Corpo de Bombeiros e do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), da Casa Militar, que estão acostumados a realizar resgates, ficaram sensibilizados com o caso da família soterrada em Santa Leopoldina.

 

 

“Desde o início do serviço, por volta das 7 horas, nos reunimos para manter o foco e a concentração, apesar de ser uma situação crítica, que nos deixa apreensivos. Apesar de termos experiência, cada caso é um caso, cada dia é um dia, cada voo é um voo. Fica o pesar pela família, que infelizmente foi desmantelada. Foi uma tragédia que resultou em uma família sem o pai. Não tem como não ficarmos tristes com isso, a maioria de nós, da equipe, possui família, filhos… Ficamos muito sensibilizados, mas temos que controlar a emoção para cumprirmos nossa missão”, lamentou.

 

 

Fonte: A Gazeta

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