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Serraria em situação irregular é interditada em Santa Leopoldina
Publicado 10 de abril de 2019

Madeira Alto Caramuru (1)

 

 

Cerca de dez metros cúbicos de madeira nativa foram apreendidos

 

 

Uma serraria instalada na localidade de Alto Caramuru, em Santa Leopoldina, foi interditada pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) por funcionar de forma irregular. A ação, realizada de forma conjunta com a Polícia Militar Ambiental, foi concluída nessa terça-feira (09).

 

 

De acordo com o técnico do Idaf Marco Henrique Demuner, a identificação ocorreu no momento em que o estabelecimento recebia aproximadamente dez metros cúbicos de madeira nativa (em toras e serradas). “Inicialmente vistoriamos a carga do caminhão e constatamos que o material não apresentava o Documento de Origem Florestal (DOF), obrigatório sempre que se utilize produto florestal de origem nativa. Além disso, verificamos que a serraria atuava sem a licença ambiental exigida”, explicou Demuner.

 

 

Na ocasião, as atividades foram interditadas, os equipamentos foram lacrados e madeiras nativas foram apreendidas. O proprietário foi autuado por funcionar sem autorização do órgão competente e por receber madeira sem a documentação exigida, o DOF.

 

 

O responsável pelo transporte da madeira também foi autuado por realizar o procedimento sem a documentação obrigatória. Uma equipe do Idaf comparecerá ao local onde o produto foi extraído, em Domingos Martins, para verificar as condições e a regularidade do desmate.

 

 

Serrarias

 

As atividades de serraria devem ser licenciadas e possuir registro de atividade florestal junto ao Idaf. Além disso, a exploração de madeira nativa na propriedade deve ser previamente autorizada pelo Instituto. De acordo com o subgerente de Controle Florestal, Fabricio Zanzarini, sempre que houver transporte, armazenamento e comercialização de madeira de origem nativa é necessário que se faça a emissão do DOF, que deve acompanhar a madeira até sua destinação final. O DOF garante que a madeira tenha sido explorada obedecendo aos critérios legais, não configurando exploração clandestina. O objetivo é inibir a degradação do remanescente da Mata Atlântica no Estado.

 

 

Fonte: Idaf

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